sexta-feira, 7 de setembro de 2007

A sociedade dita as normas, o indivíduo que se encontra fora dessas é taxado de louco, quem me garante que não é a mesma sociedade que é louca?
Ninguém, e isso que me preocupa. O um que se volta contra o todo é descartado, o que contesta é ignorado. Comportamento padrão diante da situação atual. Botar a margem tudo aquilo que vai contra o que você vive e costuma acreditar é mais fácil, exige menos do seu precioso tempo. Somos condicionados a ter como pensamento norteador o aprendizado voltado para inserirmo-nos no chamado mercado profissional. Podemos fazer escolhas, e essa possibilidade nos dá a impressão de libertade, de livre-arbitrio sobre os rumos da nossa vida. Esquecemos porém que essa liberdade é bem limitada. E esquecendo isso, e as vezes ignorando, nos acomodamos covardemente como espectadores da vida.
Quando se conclui que a liberdade que temos não existe nos respondem: "Tudo é limitado pelo bom senso". Bom senso esse ditado, mais uma vez, pela sociedade, a mesma que diz quem está são e quem deve ser isolado.
Isso que penso foge de qualquer posicionamento político. Não é uma manifestação anarquista, nem comunista, tampouco socialista e nem preciso dizer que não se trata de uma visão conservadora, acho que transcende a velha divisão entre esquerda e direita. Aproxima-se de uma reflexão, pura opinião mesmo, lógico que aberta a modificações.

quinta-feira, 6 de setembro de 2007

de tanto tentar, um dia (talvez), a gente acerta